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Decreto de emergência por qualidade da água em Parintins gera debate na Aleam

Por Ricardo Chaves

A quase um mês do Festival Folclórico de Parintins, que acontecerá entre os dias 28,29 e 30 de junho, o abastecimento e qualidade de água distribuída no município foi tema de discussão na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

O motivo seria o decreto de situação de emergência publicado pela Prefeitura de Parintins em parte da rede de abastecimento.

Na medida, o prefeito Bi Garcia (PSD) aponta a gravidade da situação e descreve a existência de compostos químicos no sistema de abastecimento de água potável. Com o decreto, o município fica autorizado a realizar compras sem licitação e a abrir crédito extraordinário para enfrentar a situação.

O deputado estadual Sinésio Campos (PT) criticou o decreto que, segundo ele, leva preocupações quanto a transparência e eficácia na resolução do problema:

O deputado estadual Thiago Abrahim (União Brasil) rebateu o deputado e disse que a ação da Prefeitura de Parintins busca solucionar a questão da qualidade de água:

O pano de fundo da discussão de ambos é a eleição municipal deste ano.

A Unidade Gestora de Projetos Especiais do Governo do Amazonas enviou ofício à Prefeitura de Parintins solicitando informações sobre as ações que serão realizadas com a publicação do decreto municipal.

A UGPE é responsável pela execução do Programa de Saneamento Integrado (Prosai) de Parintins, que vai investir cerca de R$ 484 milhões em obras de saneamento básico, incluindo a revitalização do sistema de abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem urbana, requalificação urbanística, habitação, reflorestamento e construção de equipamentos públicos.

Por conta da situação do município, o governador Wilson Lima determinou, no final de fevereiro, que os serviços de água e esgoto fossem adiantados, antes da formalização do contrato de empréstimo, que vai financiar parte do projeto.